11 de janeiro de 2016

DATAS | Dia Internacional do Obrigado





Há pessoas que tem uma maior facilidade em dizer o tão aclamado Obrigado do que outras. Sinceramente, não sei bem onde me enquadro. Escrevo-o várias vezes, mas acho que o digo poucas. No entanto, esta será mais uma das vezes em que vou escrever um Obrigado do tamanho do Universo a todas aquelas pessoas que, em determinada altura da minha vida, começaram a fazer parte dela e não mais saíram! 
Obrigada aos meus pais, por tudo o que me proporcionaram até hoje. Pelo apoio, pelos nãos e pelos sins. Por estarem ali e nunca deixarem que eu fique só. Por me terem dado a oportunidade de ter a melhor experiência da minha vida – a universidade – e por nunca terem desistido de mim. Obrigada ao meu irmão que é, muitas vezes sem nos darmos conta de tal, um dos meus maiores pilares. São as brincadeiras, as birras, o ser chato e as mútuas ajudas que nos fazem sentir isto. Este amor imensurável. Obrigada à minha cunhada por fazer parte da minha família e por este ano me dar a maior prenda que tanto anseio à imenso tempo: a minha princesa. Obrigada aqueles que vieram comigo da universidade – poucos, mas bons! – obrigada pela amizade, pelo companheirismo, pelos silêncios, pelas palavras, pelas partilhas, pelo tomar conta de mim. Um obrigada especial a ti que sabes quem és, por seres a minha melhor amiga do mundo que esteve lá sempre e sei que estará! Sem ti tudo teria sido ainda mais difícil! Obrigada aos outros que me preenchem o coração, às amigas que me fazem rir até me doer a barriga, às amigas dos cafés, das parvoíces, das ideias malucas – como criar tendas com lençóis (nossa!) – às amigas das saídas e obrigada por terem estado comigo no meu aniversário (não me esqueço!). É a pessoas assim que devemos agradecer sempre, diariamente, por fazerem parte do nosso ser, da nossa essência. Somos um pouco de cada uma delas e é maravilhoso quando sabemos que elas estão lá, mesmo que os dias escuros existam…  
Por fim, obrigada a todos. A todos que, de uma forma, ou de outra, fazem parte do meu quotidiano. Obrigada à menina que me serve o café no fim do almoço, aos primos que me fazem companhia ao almoço, ao patrão por confiar no meu trabalho, às pessoas que entraram na minha vida e que saíram – certamente que me deixaram algo – e à vida por me dar a oportunidade de a viver, rodeada de tudo aquilo que uma vida real dever ter – o lado bom e o lado menos bom! Obrigada a vocês por terem perdido tempo a ler isto e por estarem aí! Afinal, não custa nada dizer um obrigado à vida e a quem faz parte dela!