23 de outubro de 2015

LIVROS | Prometo Falhar

2014 | Pedro Chagas Freitas | [Escala pessoal: 3/10]

Sinopse (aqui)
Prometo Falhar é um livro de amor. 
O amor dos amantes, o amor dos amigos, o amor da mãe pelo filho, do filho pela mãe, pelo pai, o amor que abala, que toca, que arrebata, que emociona, que descobre e encobre, que fere e cura, que prende e liberta. 
O amor. 
No seu estilo intimista, quase que sussurrado ao ouvido, Pedro Chagas Freitas leva o leitor aos estratos mais profundos do que sente. E promete não deixar pedra sobre pedra. 
Mergulhe de cabeça numa obra que mostra sem margem para equívocos porque é que é possível sair ileso de tudo. 
Menos do amor. 
Opinião
Depois de todo o alarido que foi criado à volta deste livro, decidi que iria lê-lo para depois poder opinar sobre o mesmo. Pois bem, aqui estou eu para dar a minha opinião. 
Sobre este livro li muitas coisas positivas, mas também li muitas coisas negativas. Era um daqueles que “ou amas ou odeias”, no entanto, na minha opinião, fiquei ali no meio-termo entre o amar e odiar. Não foi o pior livro que li e consegui finalizá-lo. Mas também não foi o melhor que li e, certamente, não o voltarei a ler… É o seguinte: o livro tem, de facto, uns textos engraçados, tem umas frases que nos cativam e até alguns excertos que nos deixam a reflectir sobre o amor e isso foi visível em alguns posts que publiquei, como aqui. Mas, no fundo, na minha modesta opinião, não passa disso. São textos soltos sobre o amor, as relações entre pessoas, o desejo, a vontade e necessidade de sermos amados e querermos amar. É isso. Pelo menos, para mim, foi apenas isso. 
Textos soltos não são de todo a minha grande onda, porque sinto falta de viver uma história, de acompanhar um percurso, de me imaginar nas personagens. Prefiro um livro que me traga sensações, que me questione sobre determinadas atitudes ou vivências e me remeta para vidas que poderiam, ou não, ser a minha. E talvez seja isso de que tanto gosto que falta neste livro. 
Mas, a quem estiver com a pulga atrás da orelha, tal como eu estava, aconselho-vos a lê-lo. Porquê? Porque não temos todos os mesmos gostos e apesar de, para mim, ser um livro que não me trouxe nada, para vocês pode fazer todo o sentido do mundo. Por isso leiam! Mais que não seja para, no final, poderem ter a vossa opinião formada e poderem dizer se gostaram ou não. Afinal, ler também é uma descoberta sobre nós próprios e sobre aquilo de que gostamos! :) Quem por aqui já leu? Gostaram? Partilhem lá as vossas opiniões.